| História |
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Pe. Salgueiro Pe. Avelino Pe. Soares Mons. José Vaz Pinto O Comendador Monsenhor José Vaz Pinto, nasceu no dia 30.12.1925, em Celeirós (Braga), filho de António Vilaça Vaz e de Maria dos Prazeres Pinto. Frequentou o ensino primário, na escola de Celeirós, tendo como mestre e Professor Lourenço Faria, severo e exigente. Completou a 3ª classe em 1936. Nesse ano, no dia 3 de Outubro, entrou no seminário do Coração de Maria, em Santo António de Serém (Águeda), juntamente com o seu irmão Francisco. Em 1939, passou para o Convento de Alpendurada (Entre-os-Rios) e em 1942 inicia os estudos de filosofia, nas Termas de S. Vicente, que continua, em 1943, em Jerez de los Caballeros (Badajoz – Espanha). Foi ordenado sacerdote no dia 23 de Abril de 1950, na Catedral de Badajoz. Cantou a 1ª Missa Nova, em Celeirós, no dia 27 de Agosto de 1950. Entre 1952 e 1955, ensinou filosofia no Instituto Claretiano da Rua de Fez, no Porto. Nomeado professor no Seminário do Coração de Maria e no Colégio Internato dos Carvalhais, aí permanece até 1959, acumulando a administração dos dois estabelecimentos de ensino e também da Colónia Infantil… Entre 1959 e 1978, permanece em Paris e Versalhes onde, com o Pe. Joaquim Monteiro Saraiva, lança os alicerces da Missão Católica Portuguesa. Foi também fundador e dinamizador do jornal “Voz da Saudade”. Criou o Centro de Acolhimento “L’AMI” para os portugueses, na Estação de Austerlitz e o Movimento de Solidariedade Cristã “MSC” para acolher e orientar os emigrantes clandestinos que chegavam a França, sem eira nem beira. Colocou na Perfeitura de Paris, um funcionário português, em serviço permanente. Colaborou também com esses mesmos emigrantes na legalização das suas “carteiras de residência” e na obtenção de mais de 22.000 postos de trabalho. Defendeu sempre os nossos emigrantes, junto das autoridades policiais e judiciais francesas, no sentido de serem minoradas as suas penas. Em 1978, regressa a Portugal e é nomeado pároco de Figueiredo. No ano seguinte, acumula com a paroquialidade de Celeirós e Vimieiro. Na sua terra natal, é um dos fundadores do Rancho “Semear Alegria” e projecta o Centro Social e Paroquial. Em 1988 e a convite do Arcebispo de Braga, D. Eurico Dias Nogueira, volta aos centros de emigração, agora em Londres, onde põe todo o seu talento e experiência ao serviço dos nossos emigrantes. Com o seu lema”unir vontades para conjugar esforçoes”, edita a “FOLHINA PORTUGUESA” onde, através de palavras simples e despretenciosas, recorda a cada emigrante a sua dignidade de cristão, de filho de Deus e de cidadão do infinito… É nesta linha de força que trabalha com afinco para fazer de cada português um digno embaixador da sua Pátria, um lídimo representante de Portugal, tornando-o cada vez maior na justiça, na Paz, na Verdade e no Amor. Desenvolve as suas actividades em todos os sectores da vida humana, quer no âmbito de Cultura e Recreio, quer na acção Socio-Caritativa, quer ainda na Pastoral da Saúde e no serviço de entre-ajuda. Como corolário destes serviços prestados aos nossos emigrantes, Sua Excelência o Sr. Presidente da República, Dr. Mário Soares, confere-lhe o grau de COMENDADOR, em 10 de Junho de 1992. Cinco anos mais tarde, no dia 16 de Dezembro de 1997, Sua Santidade o Papa João Paulo II concede-lhe a dignidade de seu Capelão, com o título de MONSENHOR. Deixou a coordenação da Missão Católica Portuguesa no Reino Unido, no dia 11 de Janeiro de 2009, após 21 anos de serviço dedicado a esta comunidade. |
Jesus exalta quem dirige seu coração e tudo o que cabe nele a Deus
“O homem é pó e ao pó voltará, mas é pó precioso aos olhos de Deus”
Primeira pregação de Quaresma do padre Cantalamessa ao Papa e Cúria
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